18/07/2018

Vídeos e Livros #2 - Predisposição ao desconhecido

Olá leitores! Muita gente gostou bastante da primeira postagem dessa coluna - sobre Machismo na maternidade -, era só um teste, mas como tive um feedback bacana de vocês, resolvi fazer mais. Quanto a periodicidade, não faço ideia, depende. Eu sou muito de momento, sabe? Quando vejo algo, quero partilhar... ou conversar com vocês (por isso um dia o Vamos falar de vai voltar, prometo). 

E hoje venho compartilhar com vocês um vídeo que assisti há alguns meses no canal do Rodrigo Fernandes, conhecido também como Jacaré Banguela, e gostei bastante do assunto abordado: Predisposição ao desconhecido. E pensei quero mostrar esse vídeo para os leitores, mas qual seria o livro que se encaixaria no assunto? Falarei mais sobre ele, logo menos. Agora sobre o vídeo, o Rodrigo explica exatamente o que é a tal predisposição ao desconhecido. 

De uma forma geral, predisposição ao desconhecido e se jogar no mundão e sair da sua zona de conforto. Se arriscar, fazer algo que não é acostumado e que você provavelmente não quer fazer e arruma desculpas pra não fazer, geralmente até de forma inconsciente. Interessante, né?!

Qual seria o livro que se encaixaria neste contexto? De se arriscar e se jogar no mundão?
A CASA DO CÉU
A Casa do Céu é um livro de Não ficção publicado aqui no Brasil pela Editora Novo Conceito. A história é real, da Amanda Lindhout. O foco do livro é mais sobre o sequestro que ela sofrera e o período que ela passou nas mãos dos sequestradores (foi mais de um ano!). É um livro incrível, ela é uma mulher forte e determinada. Indico que leiam, mesmo pra quem não gosta de livros do gênero... nem parece que é livro de não-ficção. 

Mas vamos ao foco dessa postagem, a ligação entre o livro e o vídeo. No início do livro conhecemos mais profundamente a Amanda Lindhout, quem era ela, o que ela gostava e como agia. E ela era e é a Predisposição ao desconhecido em pessoa. Ela queria conhecer as culturas, os idiomas, as cidades, sair, viver, se arriscar... Odiava a zona de conforto, ficava na sua cidade pra juntar uma grana e sempre saia para o desconhecido, com as mochilas nas costas. Na própria sinopse do livro diz o seguinte: Na tentativa de compreender o mundo dar sentido à vida, viajou como mochileira pela América Latina, Laos, Bangladesh e Índia. Encorajada por suas experiências, acabou indo também ao Sudão, Síria e Paquistão.

E não pensem, caro leitor, que ela era rica. Pelo contrário, ela trabalhava muito e juntava seu dinheiro pra poder conseguir o que queria. Se tinha um obstáculo, ela arrumava um jeito de seguir. Porque é justamente isso, geralmente quando estamos na Zona de Conforto qualquer problema que surge ganha uma proporção maior, mas cabe cada um decidir como agir nessa situação. Ela se arriscava. 

OBS: Foi em uma dessas viagem, na Somália, que foi sequestrada e sofreu absurdamente. A culpa obviamente não foi dela ou da vontade dela de conhecer o mundo.
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E aí, gostaram da postagem? E aí, estão se predispondo ao desconhecido? vocês costumam sair da zona de conforto? Devo admitir que é complicado e difícil, mas às vezes é necessário e até revigorante.
Beijos


6 comentários

  1. Oi, Kamilla,

    De forma geral, pra mim, também é sempre muito difícil sair da zona de conforto, pois é mais como uma forçação de barra. Comigo, isso não funciona.

    No entanto, é sempre válido (em algum momento da vida) inovar, fazer algo diferente.

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  2. Uau, gostei da postagem.
    Eu sou bem resistente a mudanças porque o desconhecido simplesmente me apavora, e ler um livro com o intuito de nos tirar da zona de conforto é bem complicado.
    Mas gostei da dica.

    Beijos

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  3. Muito legal, as vezes a gente fica presa na nossa zona de conforto e nem percebe que fora dela pode ter algo bem incrível. Isso acontece comigo até mesmo na escolha de gêneros literários, sempre fico fascinada com resenhas de thrillers mas ainda não tive coragem de iniciar nenhuma leitura justamente porque está fora da minha zona de conforto.
    Gostava bastante do jacaré banguela mas essa semana ele falou algo bem preconceituoso sobre o filho do Will Smith, caiu super no meu conceito. Mas esse vídeo dele é bacana.

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    1. Oi Luana!
      Também gostava muito do Rodrigo, mas essa "piada" foi decepcionante, o pior é que ele nem se desculpou, foi totalmente desnecessário e preconceituoso. Porém, ele fez alguns vídeos bem legais mesmo, achei esse bem inspirador.

      Beijos

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  4. Inspirador o post, pra gente se arriscar mais. Não é nada fácil sair da zona de conforto, mas as vezes é muito bom fazer algo novo, inusitado o que der na telha rs. Não conhecia o jacaré banguela, pois não sou muito de canal, mas achei o vídeo bem bacana.

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